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        É A ÉTICA QUE VEM DO ESTADO E NÃO O CONTRÁRIO

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Segundo a Doutrina Cidadanista, Teoria sócio política, econômica, existencial e subjetiva que atualiza ou recicla a economia política, destinada a implantação do Estado Cidadanista de economia localizada, ponto de partida para o Cidadanismo, regime de bem-estar.

A ética se origina do Estado e não o contrario.

De acordo com a Doutrina Cidadanista as realidades sócio,  e política, econômica, existencial e subjetiva dos países, foram ultrapassadas pela financeirização  global da economia, por ela compreendida como a monetarização da economia mundial e o controle das nações pela virtualidade ou on-linidade da informática.

A globalização financeira,  ainda pela teoria Cidadanista, nada mais é do que a função de uma superestrutura composta de bancos centrais em três escalas hierárquicas de controle do fluxo monetário mundial, cujo órgão controlador central é o PIS entidade Financeira localizada em Basiléia na suíça, que juntamente com milhares de operadoras espalhadas pelo mundo em regime de plantão vinte e quatro horas, vende as diversas moedas, como se fossem mercadorias e o sistema produtivo globalizado, que conhecemos ingenuamente com o nome de mercado,  controlando a produção e o consumo,  provendo a base monetária mundial, através do credito, produzindo  déficits públicos nacionais, causando endividamento,  acarretando o achatamento salarial, o desemprego e as aposentadorias incompatíveis com o bem-estar de quem já deu a sua contribuição através do trabalho nos melhores anos de sua vida.

A Doutrina Cidadanista faz compreender que os diversos Estados nacionais globalizados,  foram ultrapassados em suas instituições,  pela lógica monetária e virtual que impedem as referidas instituições atuarem na realidade prática em compatibilidade com seu ideário.

Verificamos esta afirmação  no comportamento dos membros dos executivos, legislativos e judiciários, comunidade científica e até das religiões, como ainda podemos compreender o aumento vertiginoso da corrupção e outras distorções ocorridas nestas  instituições.

Para tomar-mos conhecimento da corrupção e ineficácia das instituições Estatais, basta ligar o rádio a televisão ou consultar qualquer outro meio de comunicação, chegando-se assim com base na Doutrina Cidadanista à verdade do título deste artigo, ou seja, a de que a ética pessoal e a das instituições está sendo impedida de se manifestar na realidade prática, pela “camisa de força” do mercado finaceiroi, ou seja, um sistema composto por empresas e instituições bancárias, que impõe a lógica de venda e compra de papeis e títulos da economia  de maneira exacerbada, parasitando,  grande parte bda humanidade, que deve ser encarado como o nosso inimigo maior, para ser  contido, saindo de questões periféricas sem maiores importâncias, quando atuamos como pessoa ou como grupo.

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A LUTA CONTRA A MORAL

 

A luta da ULCE, é realizada no sentido de que seja neutralizada a moral, para que a ética seja estabelecida, na sociedade.

A moral se origina do Puder, e este da força que é o predomínio do mais forte sobre o mais fraco. Não é possível um mundo justo dividido por Puder, ou seja, repartido moralmente. Ninguém faz mais uso da moral do que um agiota, quando está cobrando, mesmo que esta cobrança seja feita a um homem arruinado.

A cidadania é inversamente proporcional ao Estado. Á medida em que o Estado se estrutura como  um aparelho funcional e orgânico, a cidadania passa a ser submetida, por ele.

Como a cidadania é livre embora responsável, não pode ser submetida ao Estado. Daí serem grandezas inversamente proporcionais. Para se estabelecer uma cidadania plena, é necessário  estabelecer um Estado que derive dela, centrado e dependente da mesma, o que só é possível deslocando-se a administração, política, social,   econômica, para a localidade, mantendo-a submissa politicamente a um conselho local de cidadãos  submetido a uma liderança regional e esta a uma nacional, que deverá velar pela ordem política estabelecida, sem se intrometer localmente a não ser por ocasião de ameaça de ruptura da ordem local, fora do  controle da ordem política.

A cidadania no espaço da  política, social e econômica local, se aproximará da perfeição, à medida, em que forem  exercidas, pelo próprio cidadão, o que exige deste uma formação Cidadanista,  originada do aparelho educativo do Estado, em nível de localidade, direcionado por uma Instituição  Cidadanista, em que o primeiro segundo,  terceiros graus, a graduação, o mestrado e o doutorado, possuam também como finalidade a formação do cidadão, haja vista que a profissionalização exclusiva, objetivo atual destes é desnecessária e desperdiçadora de recursos porque a alta tecnologia está virtualizando os empregos, ou o próprio trabalho.

Em um mundo sem trabalho, só faz sentido a cidadania  colocada como  função Estatal, para que não se chegue ao ócio total, e como meio de redução das despesas  paga por ele, resultando recursos para permitir o consumo, do necessário e não do supérfluo, preservando  assim a natureza, fonte da economia, protejendo-a da exaustão por consumo  excessivo.

Uma cidadania estabelecida assim, não pode dar lugar a marginalidade em qualquer vertente,  sendo desnecessário o judiciário hipertrofiado e a própria aplicação da  Lei, que neste caso é absorvida por ela. A própria Segurança fica sem sentido. A saúde como instrumento do Estado ficará reduzida completamente à prevenção e a pesquisa. Com a longevidade  ampliada e a aproximação da imortalidade,  que a ciência, o que a ciência  dia a dia  concretiza.

Com a cidadania implantada a níveis de Realidade a economia ficará completamente voltada para ela.

Neste ponto, surge a pergunta.  Como é possível fazer,  a porta de entrada desta nova ordem, política, social. Econômica e subjetiva, que se alcançará através do Estado Cidadanista, para que ela comece a acontecer? Aí entramos na economia localizada já tratada no livro “Cidadanismo a Economia Localizada”.

Um estudo aprofundado da questão da saúde nos leva a compreensão de que a totalidade das doenças resulta da “desrealização” da Realidade.

Com, a terapêutica advinda da trilogia analítica, chegou-se a conclusão de que a grande maioria das doenças, ou melhor, dizendo de sua totalidade, inclusive as doenças infecciosas, resultam de uma predisposição do organismo.

Detalhando melhor a questão, já está devidamente compreendido e comprovado, que doenças tais como o reumatismo, o câncer, algumas cardiopatias, e várias doenças classificadas pela dermatologia, se originam de uma programação ou “software” localizado no sistema nervoso central, originado por pensamentos oriundos da Realidade concreta, e que se tornaram inconscientes, devido à fantasia de que foram revestidos, esclarecendo que ela é a forma mais completa da irrealidade.

Esta afirmação foi comprovada quando terapeutas trilógicos, abordando psicoterapicamente em um Hospital Geral, pacientes, originários de todas as clínicas especializadas, com base na teoria trilógica trataram com sucesso todos os casos. Este fato permite compreender, que a doença como foi afirmado anteriormente decorre de uma “desrealização” da Realidade e mostra também que em futuro não muito distante a medicina tende a adotar a prática trilógica, até para poder escapar da Medicina alternativa, que deixa a desejar, com relação a sua fundamentação científica.

Neste ponto uma pergunta-se impõe. Quem São os agentes Desrealizantes? Ou melhor, quem são os maiores responsáveis pela “desrealização”? A abordagem semiológica, ou seja, o uso do raciocínio dedutivo, com base nas teorias Cidadanista, Tridimensionalidade Autônoma do Mercado e Realística, mostra escalonados em grau de importância, partindo do menor para o maior, que estes agentes são: as religiões, o Estado e o Mercado. Sendo o Mercado atualmente o maior fator desrealisante, levando-se em consideração a grandiosidade do circuito especulativo, que movimenta cento e trinta trilhões de dólares, dinheiro esse, originado inclusive de paises onde algumas religiões, comandam não só a economia, mas o próprio processo político.

Pelo que foi afirmado entendemos que o caminho para se estabelecer o Estado Cidadanista e consequentemente, o Conselho Mundial dos Estados Cidadanista independentes, terá que começar, por nos libertar-mos do Mercado, porque se as próprias religiões e os sistemas políticos drenam moeda para ele, então é por ele que devemos dar início a nossa libertação do processo desrealisante, que com relação a ele particularizou-se com o nome virtualizante ou globalizante, explicado no Livro Cidadanismo a Economia Localizada, pela compreensão do funcionamento do seu “metabolismo”, para podermos dar início à nova ordem, política, social, econômica e subjetiva, que pode começar pelo Brasil e depois se alastrar por outros Estados Nacionais ou continentes, para que o planeta possa se livrar da “desrealização”, deixando os Estados Nacionais aéticos e as religiões fundamentadas exclusivamente na moral, impedidoras da ética, para depois.

Em última análise o Estado Cidadanista, que devemos construir com base na Doutrina Cidadanista, tem o objetivo de neutralizar os efeitos desrealizantes da moral, imposta pela religião e o mercado, para que a ética possa ser estabelecida no planeta, o que só poderá ser feito através de uma instituição, para que se institucionalize o processo, que será dissolvida após o seu estabelecimento.

Deve ser esclarecido que embora o Mercado seja atualmente o maior fator desrealisante, tem contribuído para o afrouxamento dos laços morais, impondo a sua lógica monetária, ou seja, a lógica dos juros, base do seu fundamento e estabelecimento, daí porque os Estados Cidadanista Independentes terão que se afastarem do Mercado, construir a sua Realidade e deixar que o mercado resolva o problema das religiões.

Devo esclarecer o que já existe de concreto, com relação ao Estado Cidadanista. Há cerca de sete anos, foi criado o Movimento Cidadanista, cujo site na internet é http://www.cidadanismo.org, conjuntamente com o programa de rádio Realidade, a Conferência A Doença da Realidade, os panfletos, os convites da reunião da Legião Cidadanista, o Livro: Cidadanismo a Economia Localizada, que têm colaborado na formação da super estrutura que dará apoio à constituição dos Estados Cidadanistas.

E assim temos uma panorâmica do que virá a ser o Cidadanismo, sua origem e estrutura de apoio, implantação e objetivo, que poderá ser aprofundada através dos instrumentos de comunicação do Cidadanismo descritos para uma maior compreensão, que certamente redundará na formação de líderes ou mesmo, adeptos e simpatizantes, para que o Movimento Cidadanista possa se espalhar pelas localidades, regiões e Estados Nacionais, cumprindo assim com o seu objetivo, a Fundação do Estado Cidadanista.

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